De repente olhei para dentro. Para
dentro dos teus olhos e senti um rio. Uma água que corria, lavando. O coração
acelerou, e alguma coisa que não acontecia há muito tempo, estava a renascer.
Uma vontade enorme de sentir as tuas mãos, os teus dedos, de andar dali para
fora e percorrer verdes e azuis e luzes. De outra vez meninos, tocar as almas
lá dentro, sem máscaras, nem imposições. Perguntei-me. E isto que é?

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